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Isto não se faz!

Um partido político pode prometer coisas que não é capaz de cumprir, pode colocar os seus interesses acima do interesse público, pode usar os poderes para pressionar os seus adversários e até pode desvirtuar as escolhas democráticas através de informação selectiva.

Mas que não pode é torpedear a dança das cadeiras que mantém o circuito a funcionar. Fazê-lo é mexer com o essencial; aquela plataforma mí­nima que torna possí­vel a “sã” convivência polí­tica.

Está o caldinho entornado!

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