A juntar às reflexões, está lá a excelente pintura (destaco Graça Morais) e a fotografia (notável a série de retratos de mulheres que fizeram a Paz com o seu corpo depois de uma mastectomia; uma lição de vida).
 A edição é excelente e merece ser guardada. Mas, como sempre acontece quando contacto com a qualidade da EgoÃsta (desta vez ainda mais), não consigo deixar de reflectir, primeiro,  o quanto a ausência de contingências económicas estimula a manifestação dessa qualidade, e, depois, como isso só podia ser sustentado por um negócio tão à vido de “lavar†dinheiro como o Jogo. Isso ocorre-me quando folheio a EgoÃsta, mas, é curioso, não consigo deixar de pensar que tanta qualidade, em si mesma, só pode ser um bem.Â