Uma ideia interessante: segundo Fred Turner, professor em Stanford, existe uma relação estreita entre os movimentos de contracultura dos anos 60 e a cibercultura libertária dos nossos dias. A ideia consta de um livro – “From Counterculture to Cyberculture: Stewart Brand, the Whole Earth Revolution, and the Rise of Digital Utopianism” – que, como o próprio título indica, começa com Stewart Brand e o Whole Earth Catalog, um antecessor dos actuais “social media“. Descobri as ideias de Fred Turner (há alguns artigos que podem ser descarregados no seu site) e o respectivo livro neste podcast do mediaberkman, o qual também pode ser visto em video aqui (dica Smart Mobs).

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Uma resposta a

  1. A contacultura de hoje é a liberdade sem -quase limites-que o mundo virtual nos dá- MARX um dia escreveu que o capital entaria em crise- não entrou, mas, algo está acontecendo, mil e uma coisas estão acontecendo-o que é modelo é o não modelo, o que é razão é a não razão, o mundo vive uma grande e triste festa de março no mar-são olhares sem crimes, crimes sem coração, tudo como em uma grande festa sem convidados.
    nossa contracultura é esse vale de rios sem peixes.
    a palavra é RADICALIZAÇÃO, mas uma radicalização sem bem, sem mal.
    O ser radical é o ser vazio, tudo vazio,não há mais lutas, o que existe hoje vai existir amanhã.O mundo é uma triste e chata repetição…

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