Robert J. Picard, director do MMT (Media Management and Transformation Centre) e professor do JIBS (Jönköpink International Business School)  estará em Lisboa no próximo dia 23 de Outubro para um conferência organizada pelo Obercom.

Este convite é muito pertinente. Especialista em economia dos media, Robert Picard tem certamente coisas interessantes para dizer sobre a viabilidade dos meios de comunicação social num quadro de queda dos consumos tradicionais e emergência dos consumos online.

A tese principal de Picard pode ser acompanhada neste post de Vin Crosbie no Digital Deliverance (acompanhada do Powerpoint e do video de uma sua conferência realizada em Abril).

Duas ideias fortes desse post: “The newspaper industry is lucky to have its websites’ revenues. Yet, as print edition circulation declines, the average newspaper will need between 20 to 100 website users to replace the revenues lost from each former print edition user. (…) A 50,000 circulation daily would need to gain a million to 50 million Web site users to postpone the time when it’s no longer economically feasible to produce its printed edition!

Suscitado por ele, é também pertinente este comentário no Small Iniciatives.

Um bom teaser para a conferência de Robert Picard.

(adenda: a conferência passou de 23 para 24/10 às 18h)

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4 respostas a

  1. Focado diz:

    Oi Moreno, dá uma olhada neste site, acho que você vai gostar:

    http://www.robinsloan.com/epic/

    O autor fala do dia em que o New York Times fechou, em 2014. (!!)

  2. É excelente. Na verdade é difícil perceber onde acaba o presente e começa o futuro. Ou o futuro traçado é muito credível; ou o presente é muito fantástico. Ou ambos!

    Se não houver problema, vou postar sobre isto no corpo principal do blogue…

    P.S. Há uma versão dobrada em português do Brasil em http://www.youtube.com/watch?v=U2LcBmoE6Ws

  3. Focado diz:

    obrigado, vi que eles fizeram uma “atualização” para 2015, mas não entendi muito bem (aquela coisa da Pink).

  4. Se bem entendo a intenção dos autores do video, trata-se de uma regresso às origens da comunicação, exercida num plano local, mas com tecnlogias e ligações globais. Interpreto isso como a verdadeira função da comunicação – a interacção social num plano de proximidade – e portanto a verdadeira função dos especialistas em comunicação, aquela categoria de pessoas a que em tempos se chamou “jornalistas”. No fundo, penso que o trecho final do filme dá razão a quem pensa que os mass media são/foram apenas uma fase transitória – e negativa – da evolução da comunicação. Depois de se abolir o seu papel de intermediação, a comunicação voltará a ser aquilo que é suposto: peer-to-peer.

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