Sugestão jornalística

À atenção dos editores:

A história (ouvida na TSF) conta-se em duas penadas: Miguel Etchecolatz, ex-torturador da ditadura argentina, foi ontem condenado a prisão perpétua, uma sentença inédita neste tipo de condenações.

No final, Etchecolatz, que nunca se afirmou arrependido dos seus crimes, considerou-se um “prisioneiro de guerra e um detido político”. Citou Jorge Luis Borges para, olhando directamente para o juiz dizer qualquer coisa como “Você não é o juiz. O juiz supremo espera-nos depois de mortos. Nessa altura nós dois teremos muito que falar”. O agora ancião argentino de 77 anos de idade terminou afirmando: “Não é este tribunal que me condena, sois vós próprios que se condenam.”

Não sei quem é o senhor nem a história por detrás dele, mas não tenho a menor dúvida: dava uma bela reportagem!

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