Estou de esperanças

Ainda não é bem uma redenção, mas, com muitas, muitas reservas (sublinhados abaixo), há uma ténue luz de esperança a iluminar o pessimismo militante de VPV:

(…) do meu ponto de vista infinitamente insignificante (que nem a História, nem Deus, nem o seu profeta ou o seu vicário recomendam), não me parece discutível que a civilização ocidental contribuiu mais para a liberdade e felicidade do homem – e da mulher – e para o domínio do homem sobre a natureza do que qualquer outra civilização conhecida. Mais prosaicamente, em 2005, não imagino espécie de futuro para uma civilização fanática, despótica e analfabeta e consigo imaginar algum futuro, e até depor alguma cautelosa esperança, na angústia, na desordem e no perpétuo conflito, que é, como lhe compete, a civilização do Ocidente. Peço desculpa pelo tom altissonante da última frase.”

V., pá, não peças desculpa: “depor alguma cautelosa esperança” merece bem um “tom altissonante“!

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