Foi Cavaco que puxou a questão dos financiamentos apartidários da sua campanha, uma “qualidade” que os apoiantes de Soares, com Jorge Coelho à cabeça, trataram de converter num “espinho” para a campanha do professor. Moral da história: com a vantagem que tem nas sondagens, alguém devia aconselhar Cavaco a não fazer nada, mas nada, para além de defender-se dos ataques. Todo o ataque de Cavaco é meio-caminho para um contra-ataque.

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