Não disponho de toda a informação nesta matéria, mas nas entrelinhas do falhanço do primeiro sistema informático de colocação de professores e das explicações esquematicamente detalhadas do autor do segundo, deu para perceber a extrema complexidade do processo. A verdade é que, entre concessões aos sindicatos, compensações ou maneiras de minimizar o “desterro” de professores e diversos factores de “priorização” das candidaturas, estamos perante um processo de colocação que se vê obrigado a ter em conta numerosos critérios alternativos ou mesmo conflituantes. E isso em resultado de ser um processo centralizado e não focalizado nas escolhas ou nas comunidades educativas. A complexidade do processo de colocação de professores, que pôs KO um sistema informático e deu luta a outro, resulta, na origem, do centralismo de todo o processo. Tudo o resto são consequências deste defeito original. E todos os elementos que tornam o sistema complexo resultam de medidas metidas dentro do sistema com a a intenção de corrigir essa consequências.

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