Arquivo para a Tag ‘Web 2.0’
Mapa das tendências web 2007 v2.0
A pedido de muitas famílias, a IA - Internet Architects divulgou a versão 2.o do seu mapa de tendências web para 2007, de que já aqui tínhamos falado. Este documento congrega os mais bem sucedidos sites da web 2.0 ordenados por proximidade, popularidade e perspectiva.
(via Techcrunch)
O traseiro mais belo do mundo
Para além do seu interesse específico…, a campanha “Show me your Sloggi“ demonstra como as empresas estão a aprender a lidar com a web 2.0. O concurso destina-se a eleger o “mais belo traseiro” do mundo (em primeiro lugar está presentemente a Simona, de Turim) e qualquer pessoa pode fazer o upload das suas fotos, entrando nesse momento numa espécie de comunidade com os restantes participantes. Os votantes, claro, são os internautas registados. O prémio é atraente para os potenciais participantes – o início de uma carreira de modelo – e associado à campanha está um hino – pela cantora Aida (quem…?) – e uma coreografia específica. Tudo orquestrado com sabor a Verão.
(via Meios & Publicidade)
O fim da civilização ocidental em debate
Interessante, este debate em que participam Andrew Keen, autor de “The Cult of the Amateur“, Justin Kan, da Justin TV, e Bill Cleary, moderado por Dan Farber. Vale a pena ver.
(Claro, via The Great Seduction)
O que é a Web Semântica?
A revista online Business 2.0 Magazine tem um longo artigo sobre a Web Semântica, recomendado por Nova Spivack, da Radar Networks, que aliás é abundantemente citado e referido no mesmo. Vale a pena ler e guardar para explicar aquilo que na realidade não é fácil de explicar: o que é afinal a Web Semântica?
Em parte – e isso é referido no artigo – já existem múltiplas manifestações de um funcionamento “semântico” na actual Web 2.0. O Netvibes, o Freebase (a propósito, já recebi um convite para testar em beta e estou a começar trabalhar com ele; irei dando relato disso), algumas funções do Flickr, o próprio algorítmo do Google são bons exemplos. Mas este é um processo que está apenas no princípio e cujas manifestações serão cada vez mais frequentes resultando da combinação entre a Inteligência Artificial (nas máquinas) e a Inteligência Colectiva (entre as máquinas). As múltiplas start-ups que se perfilam no sector da Web Semântica – a Radar Networks é apenas uma delas – vão certamente trabalhar neste sentido.
Afinal, como julgavam que seria a inteligência artificial? Algo como o Hal9000 de “2001 – Uma Odiseia no Espaço“? Não, nada disso. A Inteligência Artificial do futuro é aquilo que já podemos pressentir na actual Web 2.0 e que a Web Semântica irá materializar nos próximos anos. Bem-vindos ao futuro!
A videopédia do “como fazer”
Este site é uma espécie de You Tube do “como fazer”. Qualquer pessoa pode colocar videos, desde que sejam curtos e ensinem a fazer algo. O lema do site é “5min life videopedia” e parte do princípio que as soluções para a maior parte dos problemas práticos do dia-a-dia são melhor demonstradas por imagens e que qualquer pessoa é perita em alguma coisa. A conjugação destes dois princípios resulta no 5min, uma boa demonstração de para que servem afinal as comunidades online e a produção de conteúdos pelos próprios internautas.
Há diversas formas de fazer busca dos videos, podemos subscrever videos de um tema ou de um autor e, se optarmos pelo muito interessante Smart Player, podemos ver frame a frame ou em câmara lenta, ir directamente para determinadas secções do video e fazer zoom sobre as áreas que nos interessam. Muito, muito funcional.
(uma dica web 3.2.1)
Debater com Keen: sim ou não?
Jeff Jarvis, um dos pesos-pesados dos novos media, foi desafiado por Andrew Keen, o grande crítico da “nova internet”, para um debate a realizar em Junho em Nova Iorque. Vai daí, indeciso, pediu opiniões sobre o que fazer aos leitores do seu blogue. Os argumentos são interessantes (os de Jeff Jarvis e os dos leitores), mas de certa forma já são um triunfo de Andrew Keen. Se houver debate, eu não quero perder!
O culto do amador
Descobri este livro numa referência do Engrenagem já com algum tempo. Mas vale a pena recuperar a recomendação: trata-se de um contraponto ao aparente unanimismo acerca do “culto” do amadorismo nos conteúdos dos novos media. Curiosamente – e talvez isso torne este contraponto ainda mais interessante – feito por alguém ligado aos novos media.
Se tivéssemos que escolher alguém para debater com Andrew Keen, provavelmente seria Chis Anderson. Nem de propósito, os dois foram reunidos em debate pelo San Francisco Chronicle, num evento que deu origem a um podcast (parte 1 e parte 2).
Vale a pena ler/ouvir, assim como vale a pena fazer desde já a encomenda do livro, cuja publicação nacional parace neste momento um incógnita.
O Poder transparente
O site OpenCongress.org é uma criação da Sunlight Foundation e da Participatory Politics Foundation. Basicamente acompanha o desenvolvimento das leis que estão a ser discutidas e votadas no Senado e na Câmara dos Representantes, assim como o trabalho das comissões, e permite acompanhar as novidades relativas a cada uma (ou a um tema) via RSS, bem como ter acesso referenciado a todas as notícias e comentários em blogues que se referem às mesmas, uma excelente forma de ter enquadramento informativo para o assunto ou tomar o pulso à opinião pública. A biografia, iniciativas legislativas e histórico de voto dos representantes e senadores também são acompanhados pelo site. Uma página específica explica como tirar partido do OpenCongress.
A ideia, claro, é fiscalizar o funcionamento dos órgãos legistativos utilizando as modernas ferramentas web 2.0. O Poder fica mais transparente e sem dúvida mais próximo dos cidadãos. Uma iniciativa semelhante para a nossa Assembleia da República seria provavelmente um passo interessante nesse sentido…
Mais um aspecto que deve ser salientado: isto não é obra de nenhum organismo oficial. O OpenCongress.org é mantido por duas fundações sem fins lucrativos e cujo objecto é precisamente promover o melhor funcionamento do sistema democrático. Com todos os seus defeitos, é assim que funciona a política no ”Grande Satã”…
(descoberto num comentário audio num dos podcasts do Geek News Central)
Google Talk no Netvibes
Agora é possível ter o Google Talk no Netvibes. Mais um “módulo” encontrado no Netvibes Ecosystem.
Google blog bar
A Google criou uma interessante Blog Bar, que automaticamente pesquisa aquilo que queremos em blogues e faz actualizar permanente o resultado numa coluna ou numa barra no nosso blogue. Faz em relação aos blogues aquilo que o News Bar já fazia em relação às notícias. É mais um widget poderoso.
(via Micro Persuasion)
O mais completo directório Web 2.0
É realmente espantoso (!!!) tudo aquilo que hoje existe no mundo Web 2.0. O mais completo directório da Web 2.0 está aqui, compilado e desenhado (o interface gráfico é fantástico!!) por Orli Yakuel e Eyal Shahar. Com tantos recursos disponíveis, quase todos gratuitos, é lamentável que o dia tenha apenas 24 horas…
(descoberto no Netvibes Ecosystem)
Netvibes no telemóvel
Alertado pelo Micro Persuasion, descobri e instalei a versão para telemóvel da minha página Netvibes. Basta criar uma tab “Mobile” no Netvibes, colocar nela tudo o que queremos que apareça no telefone – mail, feeds, pesquisas, calendário, meteorologia, etc – e depois apontar o telefone para http://m.netvibes.com, introduzindo o login e password habituais do Netvibes. O Unwired View tem uma descrição mais completa de como tudo funciona e o Giga Om também aprova o serviço.
Adenda
Uma adenda importante a este excelente video já referido aqui: o autor é Michael Wesch, professor de Antropologia Cultural na Univesidade do Kansas. Essa origem tão distante do clássico tecnhogeek de Silicon Valley é o que explica a criatividade e o carácter holístico da abordagem. Uma entrevista com Wesch sobre esta e outras matérias pode ser lida no John Batelle’s Searchblog.
(uma dica Bloggers Blog)
Chelsea F.C. adere à Web 2.0
Reporta o Periodistas 21 que o Chelsea aderiu em força à Web 2.0, com um canal específico no You Tube e uma área comunitária online chamada Your Chelsea, entre outras coisas.
Web 2.0 ao serviço do turismo
Steve Rubel, no Micro Persuation, tem um informativo post sobre o contributo da Web 2.0 para o sector do Turismo. Destaco o Wikimapia (que, em apenas alguns meses já consegiu mais de dois milhões de anotações) e o Yahoo Trip Planner. Este é um sector onde os mash-ups podem (e estão a) fazer milagres.
Rumo à Web 4.0
(clicar para ampliar)
Segundo Nova Spivack, do Minding the Planet, estamos neste momento em transição da Web 2.0 para a Web 3.0 ou Semântica. Em 2010/2020 chegaremos à Web 4.0, baseada em sistemas operativos na Web . Não podia concordar mais!
[Digg]
(Lá está: uma dica Na Web2)
O que é nacional é bom!
O assunto merece um post específico: de todos os que conheço o blogue Na Web2 é um dos que melhor trata a Web 2.0. E é português !!!
Certificação Web 2.0
O seu site tem certificação Web 2.0?
Este curioso Web 2.0 Validator permite inserir um URL e determinar o respectivo “grau” de web 2.0. E quem define que critérios classificam um endereço como Web 2.0? Simples: são os próprios utilizadores. Para acabar com as polémicas, aqui é a comunidade que decide o que é Web 2.0.
(via WWWhat’s new)
As próximas “You Tube”
As 25 startups a que devemos estar atentos, segundo a CNN Money:
- Stumbleupon
- Slide
- Bebo
- Meebo
- Wikia
- Joost
- Dabble
- Metacafe
- Revision3
- Blip.tv
- Fon
- Loopt
- Mobio
- Tiny
- SoonR
- Turn
- ADiFY
- Admob
- Spot Runner
- Vitrue
- Sucessfactors
- Janrain
- Logoworks
- Rearden Commerce
- SimulScribe
Uma delas será a próxima “You Tube”!
O fim da Webpage
Widgets are killing the Webpage. It is time to go to something else. We are entering the widget economy. We are going there no matter what.”
Tariq Krimm, CEO da Netvibes, em entrevista ao The.next.net
(via BloggersBlog)
Uma excelente ocasião para voltar a chamar a atenção (e recomendar vivamente!!!) o Netvibes (que, por curiosidade, é uma start-up francesa). Talvez o melhor exemplo do que é uma plataforma web 2.0 ou do que será no futuro a economia dos widgets. Os módulos – widgets – estão constantemente a nascer, aqui.
É curioso que, logo agora que a indústria começava a “descobrir” como fazer dinheiro na internet (via Buzzmachine, com passagem pelo Atrium), surge no horizonte uma ameaça à própria webpage. A revolução realmente não pára e estou cada vez mais convencido que não é profunda, é profundíssima. Quando as empresas descobrirem como ganhar dinheiro na internet, já os potenciais clientes estarão a migrar para ambientes widget sem publicidade. No panorama actual, as empresas continuam a olhar para as webpages mais ou menos da mesma forma que olhavam para os media tradicionais. Primeiro, elas não são capazes de gerar o mesmo retorno; e, segundo, não vão estar cá por muito tempo. Pode muito bem ser o fim da indústria dos media como um todo!
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