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Once – Glen Hansard

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Às vezes ainda vale a pena fazer zapping…

Descobri este filme – “Once” – por mero acaso numa noite destas no TVCine 2. Calhou passar por lá precisamente no momento em que, no filme, os protagonistas estão numa loja de instrumentos musicais a cantar a canção principal do filme e que lhes deu o Oscar de melhor canção original.

Obviamente, não o larguei mais até ao final fiquei maravilhado com o filme – que, ao que parece passou ao lado do circuito comercial português - e com a música, que encontrei à venda na Amazon (ainda não o descobri em Portugal, mas sou todo ouvidos…).

São – tanto o filme, de John Carney, como a música, de Glen Hansard - cheios de sentimento, de uma simplicidade absolutamente bela e profundamente tristes e alegres. Enfim, uma daquelas coisas que os grandes estúdios e os grandes músicos são incapazes de fazer. Vale a pela ver e ouvir.

Eis o link para a canção em causa, com imagens do filme.

João Lopes e Nuno Galopim

Como desconhecia, admito que não fosse o único: João Lopes e Nuno Galopim juntos num blogue? Isto é o “dream team” de quem gosta de música e cinema! Já está nos favoritos!

Jennifer Aniston processa blogger

Mario Lavandeira, autor do blogue de mexericos de Hollywood Perez Hilton, vai ser processado pela Universal Studios, por ter publicado uma foto de Jennifer Aniston em topless.

Quem precisa da televisão…?

Dois exemplos de manifestações híbridas (incluindo o modelo de negócio) de potenciais momentos de televisão/cinema “transmitidos” online:

A revolta do boneco animado

Animator vs.  Animation

 

Original aqui e sequela aqui 

(via Laranja com Canela)

Four Eyed Monsters

Descobri este filme - “Four Eyed Monsters” - a partir de um excelente documentário open-source sobre net neutrality. Pois bem, o filme parece ser tão interessante como o documentário. Eis a sinopse:

“They have four eyes, two mouths, eight limbs that wrap around themselves. It’s disgusting!” Arin says, as we see images of couples throughout New York City. “But I can’t help but envy them.”

Arin is a wannabe filmmaker and highly inexperienced with love, despite the fact that he spends most of his time editing wedding videos. In one of the most populous cities in the world, he is alone and tormented by the beautiful women he sees everywhere. He turns to the Internet.

Susan is an art school graduate working as a waitress and suffering from a lack of inspiration. She receives a message from Arin, but since she’s tired of dating, especially online, she suggests that he should just stop by her work.

Arin is too shy to introduce himself. So instead, he follows her home without her knowing and emails her pictures of her mundane daily trudge. She is intrigued.

They decide to meet up, but in an attempt to keep their interaction interesting, they make a pact to not speak to one another. As their romance develops, they only write, draw, email, text, have sex, instant message, and make videos for each other. No talking.

Susan’s creative clouds begin to lift, and Arin’s dry spell has ended. Unfortunately, a new world of more complicated problems is discovered, and they are forced to deal with intimacy as they meld together and create a monster.

O trailer abre na página inicial do filme e recomendo a sua visualização. Mas esta reportagem da Binside TV explica a forma como o filme se enquadra num projecto global com um conjunto de video podcasts, visíveis aqui, que explicam o percurso artístico dos autores do filme na promoção dele em vários festivais.

 

Ou seja, este é um bom exemplo de um projecto fílmico que se desdobra em várias manifestações diferentes e utiliza vários media diversos como forma de contornar os oligopólios da distribuição. Aqui, do outro lado do mundo, fiquei com muita vontade de ver o “Four Eyed Monsters”. Isso deve querer dizer alguma coisa…

A ver, a ver…

A RTP1 está a transmitir “Bowling for Columbine“.

Movimento C.L.P – Cinemas Livres de Pipocas

Uma causa a que vale a pena aderir: C.L.P. – Cinemas Livres de Pipocas