Arquivo da categoria ‘Internet’
Gerir comunidades
Também acho, como a autora deste post, que o futuro da internet – e dos media – passa pelas comunidades online.
Para referência futura qui fica um guia útil de como as criar e as manter.
Uma descoberta do Ponto Media
Umberto Eco e a velocidade da informação
Umberto Eco, à Folha de S.Paulo, citado pelo A Informação
Tubemogul: o Google Analytics do Video
Muito interessante este serviço.
Chama-se Tubemogul e permite controlar as visualizações, comentários e classificações dos videos alojados na internet. Ao mesmo tempo é possível configurar o Tubemogul para fazer o upload de videos para as várias plataformas de alojamento em simultâneo. Se o futuro da internet passa pelo video, o futuro dos media online depende de um sistema de informação como este.
Este video explica bem como tudo funciona.
(uma dica 2.0 Webmania)
Mapa das tendências web 2007 v2.0
A pedido de muitas famílias, a IA - Internet Architects divulgou a versão 2.o do seu mapa de tendências web para 2007, de que já aqui tínhamos falado. Este documento congrega os mais bem sucedidos sites da web 2.0 ordenados por proximidade, popularidade e perspectiva.
(via Techcrunch)
O traseiro mais belo do mundo
Para além do seu interesse específico…, a campanha “Show me your Sloggi“ demonstra como as empresas estão a aprender a lidar com a web 2.0. O concurso destina-se a eleger o “mais belo traseiro” do mundo (em primeiro lugar está presentemente a Simona, de Turim) e qualquer pessoa pode fazer o upload das suas fotos, entrando nesse momento numa espécie de comunidade com os restantes participantes. Os votantes, claro, são os internautas registados. O prémio é atraente para os potenciais participantes – o início de uma carreira de modelo – e associado à campanha está um hino – pela cantora Aida (quem…?) – e uma coreografia específica. Tudo orquestrado com sabor a Verão.
(via Meios & Publicidade)
O futuro das revistas
O futuro dos media impressos é incerto, mas, passe por onde passar, estes são dois bons exemplos de estratégias interessantes, que não conhecia e descobri recentemente numa visita a França. Não sei quais os resultados reais de cada uma destas estratégias, mas parecem-me dois passos no caminho certo.
A Attitude Rugby é uma revista mensal dedicada ao Rugby, na qual o lado estético e emocional do jogo é o que mais interessa. As fotos são muito cuidadas, as reportagens são extremamente elaboradas e a abordagem é sempre pelo lado humano. Há imagens de acção, claro, mas são uma minoria. Assim, a Attitude Rugby consegue levar ao leitor fiel de Rugby um “pacote” diferente daquele a que ele tem acesso nos sites de internet, ou nos jornais desportivos ou mesmo nos semanários sobre o tema. Aqui a actualidade é residual, e o que importa é a abordagem criativa dos assuntos e o aprofundamento das matérias. O papel é de alta qualidade e o site cumpre os mínimos (é discutível que tenha que fazer mais do que isso).
Não conheço nada da realidade do Rugby em França nem sou particularmente adepto do desporto, mas depois de folhear a Attitude fiquei com vontade de o ser. Se existisse uma revista destas em Portugal não tenho dúvidas de que seria comprador esporádico. Imagino o gesto cool que seria abrir e folhear a Attitude na esplana do clube antes de um jogo importante. Diz algo sobre quem lê. E isso é talvez o mais importante.
Perante a crise da imprensa alguém disse há pouco tempo que, provavelmente, “the last print media standing will be a magazine“. A Attitude Rugby ilustra bem essa previsão.

O outro exemplo é a Sport, uma revista semanal de distribuição gratuita sobre todos os desportos. Trata de actualidades, com uma leitura leve, mas o desenho típico de uma revista, com muitas infografias e leitura fácil. O papel é reciclado para ser barato e a distribuição é nacional.
Mas o que realmente se destaca nesta revista é o facto de estar associada a um supersite – myfreesport - com várias ligações com a edição em papel. Neste site há notícias na hora, há videos, há complementos à edição de papel, há todas as informações úteis, há temáticas de lazer (como na revista), há uma comunidade bem construída onde os próprios leitores podem criar os seus blogues. Enfim, tudo para que na realidade a edição de papel seja… um complemento do site. Além disso há também a possibilidade de descarregar em PDF a edição corrente assim como todas as anteriores (Pauleta já foi capa). Não tem vendas em banca, é certo, mas no conjunto do site e da edição em papel vive inteiramente de uma facturação publicitária que deve ser importante.
Não acompanho a realidade desportiva francesa e não conheço a maior parte das pessoas e assuntos que são notícia na edição que folheei (excepto Zidane), mas se uma revista/site semelhante existissem em Portugal, certamente seria cliente e – à borla – era capaz de estacionar o carro de manhã de propósito para ir buscar um exemplar da Sport. Depois, quando chegasse ao emprego, quase de certeza que quereria ver online o video do tema que me despertou interesse ou comentá-lo no meu blogue desportivo. Eis como se faz um semanário temático na era da web 2.0!
Novos convites para o Joost
O Joost lançou mais uma versão do software (agora com ainda mais canais) e disponibilizou novos convites. Quem quiser um dos 5 convites disponíveis, faça favor de o indicar na caixa de comentários.
[ACTUALIZAÇÃO] Já não há mais convites para o Joost. Se me forem atribuídos mais voltarei a pô-los à disposição dos visitantes.
“The news business is broken and no one knows how to fix it”
Tim O’Reilly diz ter ouvido rumores de que o San Franciso Chronicle, um dos maiores jornais norte-americanos, está em dificuldades. Numa recente reunião de emergência da direcção, o director terá dito: the news business “is broken, and no one knows how to fix it.And if any other paper says they do, they’re lying.”
O que suscita o seguinte comentário de Tim O’Reilly:
“We talk about creative destruction, and celebrate the rise of blogging as citizen journalism and Craigslist as self-service advertising, but there are times when something that seemed great in theory arrives in reality, and you understand the downsides. I have faith both in the future and in free markets as a way to get there, but sometimes the road is hard. If your local newspaper were to go out of business, would you miss it? What kinds of jobs that current newspapers do would go undone?”
Arrisco uma resposta: Nenhum…?
(via Techmeme, via Doc Searls)
Steven Bochco no Metacafe
Notícia Público: Steven Bochco, veterano da televisão, autor de séries como Hill Street Blues e L.A. Law iniciou uma nova série de pequenos videos de um a três minutos, de depoimentos pessoais, chamada Café Confidential, alojados no Metacafe.
AssigmentZero: o primeiro projecto de jornalismo participativo de Jay Rosen
Já está em marcha o primeiro projecto de jornalismo participativo de Jay Rosen. Devidamente financiado e com editores atribuídos, o AssigmentZero fica agora aberto à participação de toda a gente no sentido de criar um trabalho informativo de fundo sobre a emergência do crowdsourcing na internet. No site AssigmentZero há uma assigment desk onde podemos escolher a matéria que vamos tratar, uma explicação de como tudo funciona, uma caixa de recursos e a áreas de identificação e de interacção da equipa, os jornalistas editores e os participantes voluntários no projecto. Este projecto conta com o financiamento de várias entidades e a colaboração da Wired, que fornece um editor, previsivelmente para vir a publicar o trabalho depois de estar pronto.
A mecânica é algo complexa, mas não mais complexa do que seria de esperar de um projecto informativo que pretende pôr a colaborar profissionais pagos e amadores não pagos, com códigos profissionais e de ética diferentes, para produzir um resultado final que ninguém sabe perfeitamente qual vai ser. É preciso entender que neste aspecto como noutros, o sector dos media está a tentar coisas novas. Por isso mesmo, esta é uma experiência a acompanhar com atenção.
As 50 pessoas mais influentes da Web
As 50 pessoas mais influentes da Web, segundo a revista PC World.
(dica ContraFactos & Argumentos)
Oferecem-se convites para o Joost
Tenho dois – só dois! – convites para o Joost disponíveis para oferecer. Quem estiver interessado que deixe um comentário nesse sentido neste post. Dou preferência a leitores habituais do blogue (marketing, marketing…). Os critérios são inteiramente subjectivos e discricionários!
[ACTUALIZAÇÃO]: Já não há mais convites.
Get a (first) life!
Esta paródia ao Second Life está cheia de conselhos úteis para uma vida melhor.
O fim da televisão tal como a conhecemos
Para quem ache que o título pode ser alarmista, digo que limita-se a traduzir o de outro estudo do Institute for Business Value da IBM: “The end of television as we know it” (PDF aqui).
Um novo modelo de negócio para os media
Na procura de um novo modelo de negócio para os media, o Social Media de J.D. Lasica cita um artigo da Always On (parte 1 e parte 2) sobre um estudo do Institute for Business Value da IBM (sumário aqui e PDF integral aqui) que descreve um conflito aberto entre os velhos e os novos media, antevê um choque de estratégias entre os distribuidores e os produtores de conteúdo e aponta dez conselhos para as empresas actuais. No horizonte estão perdas de milhões para esta indústria.
Rumo à Web 4.0
(clicar para ampliar)
Segundo Nova Spivack, do Minding the Planet, estamos neste momento em transição da Web 2.0 para a Web 3.0 ou Semântica. Em 2010/2020 chegaremos à Web 4.0, baseada em sistemas operativos na Web . Não podia concordar mais!
[Digg]
(Lá está: uma dica Na Web2)
Joost reforça conteúdos
A Joost assinou um acordo com a Viacom que lhe vei permitir alargar muito o leque de conteúdos que propõe. Segundo Dirk-Willem van Gulik serão propostas série da MTV como Laguna
Beach, Beavis & Butthead, Real World, Punk’d e My Super Sweet Sixteen; assim como da Comedy Central, tais como Stella e Freak Show. Os canais Nickelodeon, CMT- Country Music Television, MTV2, Logo, Spike TV, mtvU e Gametrailers.com também vão fornecer conteúdo. O VH1, por seu lado, vai estar presente com episódios de Flavor of Love, Surreal Life e I Love New York enquanto que a cadeia BET vai disponibilizar os programas Beef, DMX: Soul of a Man, Comic View e American Gangster. A Paramount, por fim vai passar a oferecer no Joost alguns títulos do seu catálogo de clássicos.
Com esta oferta, e atendendo ao facto de ser gratuito e oferecer qualidade de alta definição, o Joost apresenta-se cada vez mais como uma alternativa à clássica assinatura de cabo. E atendendo a que se baseia em tecnologia P2P, as possibilidades de evolução (sobretudo localmente) são quase ilimitadas.
Certificação Web 2.0
O seu site tem certificação Web 2.0?
Este curioso Web 2.0 Validator permite inserir um URL e determinar o respectivo “grau” de web 2.0. E quem define que critérios classificam um endereço como Web 2.0? Simples: são os próprios utilizadores. Para acabar com as polémicas, aqui é a comunidade que decide o que é Web 2.0.
(via WWWhat’s new)
O que fazer com o Google Maps?
O Google Maps Mania reune todos os mash-ups que vão chegando ao seu conhecimento sobre novos cruzamentos entre o Google Maps e outros aplicativos.
(dica Jornalismo & Internet)
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